Seja a canção que te faz sorrir.
Abra o livro da sua história.
Desça para o caminho da casa favorita.
Desperte o calor escondido.
Se te olhar de diferentes formas, caminhos tranqüilos encontrarás.
No mar do encanto eu joguei uma pedra e ela foi para onde eu desejei levar os meus medos.
O céu nasce bonito quando os meus olhos estão felizes.
E os meus pés as vezes estão onde a minha mente não quer.
Sinto falta.





Meu pequeno brilho distante.
O que quer de nós?
As vezes nos assusta.
As vezes nos conforta.
Nunca sabemos quando está a favor
ou contra.
Ninguém entende quando ouvimos
'O tempo cura toda dor"
Cura mesmo?
Ou apenas faz cair no esquecimento.
Você é uma incógnita, um papel branco no bolso,
uma casa desconhecida.
Você é escuro e no mesmo instante é claro.
É flor e espinho.
É bônus e ônus.
O tempo bom é relativo.
É como o mar, numa praia está manso em outra pode estar devastando sonhos.
Mas eu te entendo , tudo está ao seu tempo.
Sinto falta do aconchego
do desapego e do abraço
O aparato do cansaço,
do olhar de estardalhaço
Do amor sem fim.
Sinto falta do mar
do amar
do desejar.
Sinto falta de melodia
de purpurina e melancolia
Sinto falta de esperar
de cantarolar e de ligar.
Quero aquilo que meu coração anseia
que meu sonho almeja, que meus sentimentos
acumularam durante todos esses anos
o amor de quem não sei
do amor de quem procurei
do desfigurado
do imaginado
do mais que desenhado
de cada instante perdido
de um amor correspondido
a quem peço todos os dias
no calar da minha agonia
Em que só me falta essa alegria
Fora do padrão do meu blog, vou relatar um fato incrível na minha vida (será fútil para outras pessoas), nesse exato momento 23:25 depois de chegar em casa fazer os meus procedimentos habituais de ir ao banheiro, abrir a geladeira, comer e etc. Eu corri pro blog pra expurgar isso.
Desde o ano passado quando eu comecei a facul eu pegava o ônibus das 23:00 mais ou menos num determinado terminal aqui de Curitiba, e em um dia aleatório eu percebi que um garoto ficou me olhando por vários minutos ininterruptos,mas nem me mexi até porque eu sou a última garota que alguém pudesse "encarar", passados alguns meses eu fiquei procurando o tal menino, super lindo, ele me lembrava o Emile Hirsh de "Heroes Imaginary" , até que outro dia eu o encontrei e ele me olhou como da última vez e aí pronto. Apaixonei.
Porém, alegria de pobre dura pouco, eu o perdi de vista, comecei a sair mais tarde da aula,ou as vezes eu e o Bruno saíamos mais cedo, e eu nunca mais o encontrei, até fiquei olhando diversas vezes para os lados, em outro ônibus. Nada. Esqueci um pouco, a faculdade estava requerendo mais de mim do que qualquer outra coisa, a matéria de metodologia acabando com as minhas boas noites de sono, minha indecisão pra resolver minha atual situação no meu emprego, tudo isso influenciou para que eu esquecesse o garoto e colocasse a minha vida no eixo.
Passei o semestre, aprovada em todas as matérias, saí do meu emprego (pra poder estudar decentemente), descansei, tive as "férias" suínas voltei pro 3º período e já tinha esquecido o garoto completamente.Foi então que hoje, dia 27 de agosto eu o vi. Lá no ônibus, lindo como nunca, ah aqueles cabelos lisos maravilhosos, aquele olharzinho de menino perdido encantador, muito emocionante, até fiquei sem jeito, sem reação, desci no meu ponto toda feliz e contente.Agora posso até finalizar esse post com um sorriso , esperando o próximo "encontro".
Onde está aquela que um dia te amou?
Qual foi a rua que ela entrou?
Que número mesmo ela te ligou?
Ou qual foi a última calça que ela usou?

Onde foi parar a nota perdida?
Minha namorada era mesmo bonita?
Minha pasta é realmente colorida?
Ou foi a imensa lua refletida?

O que eu faço aqui?
Foi eu mesmo que pedi?
Será triste realmente desistir?
Mas onde está ela?
Foi para lá, foi para cá.
Não sei se voltará
Não sei me amará
Só que dela tenho saudade
De uma canção que dentro de mim.
Canta feito um beija flor
Que no final da primavera.
Procura desesperado por um amor.
Águas caem dos meus olhos e o último suspiro já se foi
ele sofreu, cansou, chorou,
não irá nos deixar em pensamentos
E nem ao menos sair do nosso coração.
Passou tão rápido, rasteiro e sutil nesse mundo,
porém seu brilho e carinho nunca irei esquecer.
Os olhos e o nariz eram iguais ao pai, mas a boca não ,aquela boquinha pequenina era nossa, dos Meireles, lábio inferior menor que o superior a covinha acima não tinha como negar,ele era nosso, os sorrisos, os pézinhos com os dedos separados, até as manhas de não querer sentar no bebê conforto aquilo não podíamos negar, era chatice dos Meireles, provavelmente se ele estivesse conosco iria crescer mais que todos.
Piá grandão , iria completar seus 4 meses de vida e já tinha o tamanho de um bebê de 5,6 até que estava gordinho, não tanto pra puxar a familia peso pesado, os olhos claros e azuis do avô, os cabelos também não puxaram a nossa familia, mas eram lindo como bolinhas de lã.Ele era perfeito.
Não te amo menos que a Renata, e também não te amo mais que qualquer,outra pessoa.
Te amo como tia, como irmã em Cristo, e como alguém que quando for, almeja te encontrar no Céu do lado do nosso Senhor que morreu para a nossa salvação.
Você foi a estrela mais brilhante.
E a criança mais linda que os meus olhos puderam contemplar.

Sinto e sentirei a sua falta pequeno e amado Vicente
No fundo, bem lá no fundo ele disse que os pés são mais belos que as mãos, que os pássaros cantam para a vida, que ele seria mais um na multidão se continuasse a viver aquilo, ele não tirava a dor que ela sentia e o coração pulsava como baquetas em espetáculo de rock.

Melina cantava os sons que contagiavam sua pele e todos ouviam-na para aquecer seus corpos na noite fria que chegava.
Seu vestido cinza parecia o dia que acabara de partir.
E no seu pé havia aquele sapato de marfim, seus cabelos eram claros e brilhantes, e as bochechas vermelhas como morangos silvestres.
E numa fração de segundos ela se calou, então com a sua mais pura energia ela levantou uma pequena folha e falou as seguintes palavras: "Amar não é errado, não é fato, nem rancor, amar é aquele momento em que seu coração pulsa longe de si, e além do que o olho pode ver, se não amei-o por mim, amei-o porque alguém haveria de amar, porque a realidade é, se não fui eu, quem seria".
E nesse instante ela desabou, e gritou para que o mundo pudesse ouvir, o que dentro dela ninguém podia saber. A tristeza de Melina não era por tê-lo perdido, mas pelo fato de que ele carrega com outro alguém aquilo que ela preparou somente para ele.

Uma única vez.

E o que faria dali para frente. A quem amaria novamente, ou será que essa soma de sensações é entregue uma vez na vida, sem volta, sem recompensa, como aquela sorte que nos é dada, se for isso Melina pode nunca mais amar, pode nunca mais sentir o doce sabor da paixão, viver a vida de uma mulher infeliz. Ou tentar voltar, retomar a rotina e cantar como se fez, desde o começo.
Isso só ela pode decidir, e naquele dia ela apenas enxugou as lágrimas e foi para casa, com aquela folha na mão. E seu amor, ele carregou para o mais longe que pôde.